

RECONHECIMENTO DO REINO
- Papa- chefe supremo da Igreja Católica, tinha muitos poderes e todos os reis e imperadores cristãos lhe deviam obediência. Quando se formava um reino cristão era o Papa que reconhecia a sua independência e confirmava o título de rei.
- D. Afonso Henriques, provando que era um bom rei cristão, construiu e restaurou sés e igrejas e deu propriedades e regalias aos mosteiros. Só em 1179 o Papa Alexandre III reconheceu D. Afonso Henriques como Rei de Portugal.
PORTUGAL NO SÉCULO XIII: O REINO DE PORTUGAL E DO ALGARVE
- D. Sancho I, D. Afonso II e D. Afonso III continuaram a conquistar terras aos mouros. Só em 1249 é que o Algarve é definitivamente conquistado aos mouros, por isso D. Afonso III passa a ser intitulado REI DE PORTUGAL E DO ALGARVE.
- Algumas terras continuaram a ser disputadas por estes dois reinos peninsulares. Só no reinado de D. Dinis, em 1297, no Tratado de Alcanizes, ficaram definidos os limites territoriais de Portugal.
- Papa- chefe supremo da Igreja Católica, tinha muitos poderes e todos os reis e imperadores cristãos lhe deviam obediência. Quando se formava um reino cristão era o Papa que reconhecia a sua independência e confirmava o título de rei.
- D. Afonso Henriques, provando que era um bom rei cristão, construiu e restaurou sés e igrejas e deu propriedades e regalias aos mosteiros. Só em 1179 o Papa Alexandre III reconheceu D. Afonso Henriques como Rei de Portugal.
PORTUGAL NO SÉCULO XIII: O REINO DE PORTUGAL E DO ALGARVE
- D. Sancho I, D. Afonso II e D. Afonso III continuaram a conquistar terras aos mouros. Só em 1249 é que o Algarve é definitivamente conquistado aos mouros, por isso D. Afonso III passa a ser intitulado REI DE PORTUGAL E DO ALGARVE.
- Algumas terras continuaram a ser disputadas por estes dois reinos peninsulares. Só no reinado de D. Dinis, em 1297, no Tratado de Alcanizes, ficaram definidos os limites territoriais de Portugal.









